Com o corre corre do dia dia, o tempo vai passando, passa um dia uma hora, e tudo se vai, mais ou menos como aquela história do POEMA " O TEMPO de MÁRIO QUINTANA "
é nesses momentos que eu paro pra refletir o quando a vida é curta, o quando fazemos para nos satisfazer com as coisas rotineiras do dia-dia, eu gostava muito de passar horas, sentado no sofá em frente a televisão, parado, só vendo o tempo passar, quando um belo dia, encontrei uma poesia do um Radialista, Professor, Escritor, até hoje. Ex-Prefeito, nosso amigo, trabalhador e desenvolvimentista social. Cláudio Valério, uma poesia que dizia, sobre ele mesmo, sobre sua pessoa, na poesia dizia, que poderiam dizer várias coisas dele, contudo não poderiam dizer que ele nunca fez nada.
Confira baixo, uma de suas poesias mais conhecidas, que está inserida no livre “Janelas”, publicado em 1998 pela Editora Ruy Barbosa:
Imortalidade
Não quero ser lembrado pelo que fiz.
Mas, pelo que deixei de fazer.
Pois só assim tenho certeza:
Não serei esquecido.
O homem faz sempre ao contrário da lógica.
O que fiz foi quase nada.
O que deixei de fazer – quase tudo.
Aliás, neste mundo, nada se faz.
A não ser, o não-fazer.
Fonte: redação O Pantaneiro/ Lise Jones
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